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UNIDADE DE SAÚDE DO SUMARÉ VAI COMPLETAR 60 DIAS FECHADA E SEM PREVISÃO DE INÍCIO DE QUALQUER INTERVENÇÃO NA UNIDADE
Jornal Tribuna de Leme | 14/09/2026

UNIDADE DE SAÚDE DO SUMARÉ VAI COMPLETAR 60 DIAS FECHADA E SEM PREVISÃO DE INÍCIO DE QUALQUER INTERVENÇÃO NA UNIDADE

O vereador Dr. David Pedrão tem realizado diversos questionamentos acerca das ações do poder executivo, a fim de obter respostas para os problemas enfrentados pela população. Um dos pontos acompanhado pelo vereador foi a situação da UBS Sumaré, fechada a partir de 20 de julho de 2026, enquanto os profissionais foram remanejados para a nova UBS Jardim Angélica.

O questionamento central foi sobre o planejamento dessa mudança e se a abertura da nova unidade representaria efetivamente aumento da capacidade de atendimento.

Na resposta encaminhada à Câmara, a Secretaria informou que a UBS Jardim Angélica estava funcionando com o remanejamento da equipe anteriormente vinculada à UBS Sumaré, sem aumento, até aquele momento, do número de equipes implantadas.

Para Dr. David, a questão vai além da mudança física dos profissionais.

“Precisamos saber se estamos realmente ampliando o atendimento ou apenas mudando uma equipe de lugar. Quando uma unidade é fechada para que outra funcione, a população precisa saber qual será o ganho efetivo no atendimento”, pontua.

NOVO SISTEMA DE SAÚDE TAMBÉM ENTROU NA FISCALIZAÇÃO

A implantação do novo sistema informatizado da Saúde foi outro tema que chamou a atenção do vereador.

O sistema foi contratado pela Prefeitura por meio do Pregão Eletrônico nº 009/2026, com o Contrato nº 309/2026, firmado em 18 de maio de 2026 com a empresa Amendola & Amendola Software Ltda.

Segundo as informações obtidas pelo parlamentar, não foi estabelecido previamente um cronograma específico de transição, e a Secretaria de Saúde não teria participado de apresentações ou contato técnico com a solução antes da realização da licitação.

Após a implantação, usuários e servidores passaram a relatar instabilidades, travamentos e dificuldades durante os atendimentos.

Outro ponto levantado pelo vereador foi a integração dos dados do sistema anterior. Embora arquivos relacionados ao sistema antigo, Gov.br, tenham sido entregues, o histórico clínico dos pacientes do sistema antigo não estava integrado ou acessível no novo sistema, conforme as informações apresentadas.

A própria administração reconheceu a existência de falhas, mas não apresentou ao vereador um número exato de atendimentos afetados. Ou seja, não se sabe ao certo quantas consultas deixaram de ser realizadas por problemas apresentados no novo sistema da saúde.

Para Dr. David, o problema precisa ser tratado como questão de planejamento e estrutura, e não como responsabilidade dos servidores que estão na ponta.

“Não podemos colocar a culpa no funcionário que está atendendo. Se o sistema trava, não funciona adequadamente ou não apresenta o histórico do paciente, é preciso dar ao servidor as ferramentas e a estrutura necessárias para trabalhar e isso não está ocorrendo atualmente”, afirma.

Diante de tais informações, o vereador apresentou novo requerimento na última sessão da câmara cobrando novas informações a respeito do sistema da saúde, cobrando se a Secretaria de Saúde já notificou a empresa responsável pelo novo sistema, bem como se a empresa já apresentou um cronograma e plano de correção das falhas apresentadas e se a Secretaria de Saúde tem ciência acerca das soluções tecnológicas disponibilizadas pelo Ministério da Saúde para utilização pelos municípios no âmbito do SUS, como e-SUS APS/PEC, e-SUS Regulação e SISREG, entre outras ferramentas disponibilizadas pelo Governo Federal.

“Pelo que pesquisei, o Ministério da Saúde disponibiliza diversas soluções e sistemas em apoio a gestão de saúde de um município e que muitos elogiam tais sistemas. Se existe uma solução boa e gratuita e já integrada a todo o sistema SUS, por qual motivo Leme opta por um sistema pago e que ainda não funciona a contento?”, indagou o vereador.

UNIDADE DE SAÚDE DO SUMARÉ VAI COMPLETAR 60 DIAS FECHADA E SEM PREVISÃO DE INÍCIO DE QUALQUER INTERVENÇÃO NA UNIDADE

O vereador Dr. David Pedrão tem realizado diversos questionamentos acerca das ações do poder executivo, a fim de obter respostas para os problemas enfrentados pela população. Um dos pontos acompanhado pelo vereador foi a situação da UBS Sumaré, fechada a partir de 20 de julho de 2026, enquanto os profissionais foram remanejados para a nova UBS Jardim Angélica.

O questionamento central foi sobre o planejamento dessa mudança e se a abertura da nova unidade representaria efetivamente aumento da capacidade de atendimento.

Na resposta encaminhada à Câmara, a Secretaria informou que a UBS Jardim Angélica estava funcionando com o remanejamento da equipe anteriormente vinculada à UBS Sumaré, sem aumento, até aquele momento, do número de equipes implantadas.

Para Dr. David, a questão vai além da mudança física dos profissionais.

“Precisamos saber se estamos realmente ampliando o atendimento ou apenas mudando uma equipe de lugar. Quando uma unidade é fechada para que outra funcione, a população precisa saber qual será o ganho efetivo no atendimento”, pontua.

NOVO SISTEMA DE SAÚDE TAMBÉM ENTROU NA FISCALIZAÇÃO

A implantação do novo sistema informatizado da Saúde foi outro tema que chamou a atenção do vereador.

O sistema foi contratado pela Prefeitura por meio do Pregão Eletrônico nº 009/2026, com o Contrato nº 309/2026, firmado em 18 de maio de 2026 com a empresa Amendola & Amendola Software Ltda.

Segundo as informações obtidas pelo parlamentar, não foi estabelecido previamente um cronograma específico de transição, e a Secretaria de Saúde não teria participado de apresentações ou contato técnico com a solução antes da realização da licitação.

Após a implantação, usuários e servidores passaram a relatar instabilidades, travamentos e dificuldades durante os atendimentos.

Outro ponto levantado pelo vereador foi a integração dos dados do sistema anterior. Embora arquivos relacionados ao sistema antigo, Gov.br, tenham sido entregues, o histórico clínico dos pacientes do sistema antigo não estava integrado ou acessível no novo sistema, conforme as informações apresentadas.

A própria administração reconheceu a existência de falhas, mas não apresentou ao vereador um número exato de atendimentos afetados. Ou seja, não se sabe ao certo quantas consultas deixaram de ser realizadas por problemas apresentados no novo sistema da saúde.

Para Dr. David, o problema precisa ser tratado como questão de planejamento e estrutura, e não como responsabilidade dos servidores que estão na ponta.

“Não podemos colocar a culpa no funcionário que está atendendo. Se o sistema trava, não funciona adequadamente ou não apresenta o histórico do paciente, é preciso dar ao servidor as ferramentas e a estrutura necessárias para trabalhar e isso não está ocorrendo atualmente”, afirma.

Diante de tais informações, o vereador apresentou novo requerimento na última sessão da câmara cobrando novas informações a respeito do sistema da saúde, cobrando se a Secretaria de Saúde já notificou a empresa responsável pelo novo sistema, bem como se a empresa já apresentou um cronograma e plano de correção das falhas apresentadas e se a Secretaria de Saúde tem ciência acerca das soluções tecnológicas disponibilizadas pelo Ministério da Saúde para utilização pelos municípios no âmbito do SUS, como e-SUS APS/PEC, e-SUS Regulação e SISREG, entre outras ferramentas disponibilizadas pelo Governo Federal.

“Pelo que pesquisei, o Ministério da Saúde disponibiliza diversas soluções e sistemas em apoio a gestão de saúde de um município e que muitos elogiam tais sistemas. Se existe uma solução boa e gratuita e já integrada a todo o sistema SUS, por qual motivo Leme opta por um sistema pago e que ainda não funciona a contento?”, indagou o vereador.