COBRAR É UM DIREITO, RESPEITAR É UM DEVER
Existe uma enorme diferença entre cobrar os direitos da população com responsabilidade, respeito e provas concretas e simplesmente atacar quem faz a cobrança. Fiscalizar, questionar, denunciar possíveis irregularidades e exigir respostas de quem ocupa uma função pública são direitos de todo cidadão e fazem parte de uma democracia. Da mesma forma, críticas e discordâncias precisam ser respeitadas, inclusive quando surgem defesas daquilo que, diante dos fatos apresentados, parece difícil de justificar.
Democracia também é conviver com opiniões contrárias sem transformar o debate em ofensas ou intimidação.
Os ataques, muitas vezes, partem de quem possui algum interesse ou benefício que deseja preservar — embora não seja correto presumir isso em todos os casos sem provas. Cada um conhece suas razões e responde por suas escolhas.
Da nossa parte, seguimos pelo caminho dos fatos: mostrando, questionando e cobrando aquilo que chega até nós e que é de interesse da população. Não se trata de perseguir pessoas ou alimentar disputas, mas de cumprir o papel de informar e dar voz às cobranças da comunidade.
Quem trabalha com provas não precisa gritar mais alto; precisa continuar mostrando os fatos.